Durante o reforço escolar, é possível desenvolver atividades que interessem aos alunos pelo novo e que faça parte do seu dia-a-dia, dando assim um sentido ao que aprender.

Em grande parte das escolas brasileiras, é comum uma parcela de alunos com dificuldades de aprendizado.
Atualmente, como uma fonte de inspiração e de estímulo à educação complementar, as ONGs (Organizações Não Governamentais) assumiram esse papel junto à escola, funcionando como uma nova peça na construção de uma escola mais eficiente e aberta à sociedade e, consequentemente, melhorando a aprendizagem dos alunos.
Para reduzir as dificuldades de alunos que não conseguem acompanhar o ritmo da turma, o reforço escolar vem romper as barreiras da desigualdade de raciocínio, auxiliando também o professor.
De acordo com a organização
Comunidade Educativa, que em 15 anos já atendeu mais de 460 mil alunos em 130 cidades, para que a educação complementar tenha êxito, é preciso definir prioridades de ação. Planejamento, definição de metas, escolha de alternativas envolvendo os alunos e, principalmente, a união dos pais formulam atuações eficazes em conjunto.
Segundo a instituição, o reforço tem que fazer parte do plano pedagógico da escola pelos professores em um horário diferente do turno das aulas normais. Durante as atividades, é possível desenvolver atividades que interessem aos alunos pelo novo e que faça parte do seu dia-a-dia, dando assim um sentido ao que aprender.
Assim como a Comunidade Educativa e outras tantas que atuam diariamente no Brasil, as ONGs são importantes já que lançam outro olhar sobre a escola e provocam a sua renovação, criam espaços de debate e mobilizam a sociedade pela melhoria do ensino e encorajam a troca de experiências em projetos que vinculam a escola ao mundo externo.
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Foto: Shutterstock